Informação sindical, boletins, pareceres, artigos de opinião, etc.

Pack 7 + 7 Noites Grátis = 55,00€

Ver link aqui

 

Na primeira investida infeciosa ainda foi possível resolver o problema sanitário dentro do
Serviço Nacional de Saúde (SNS), na segunda era impossível. À pandemia das listas de
espera para consultas e cirurgias hospitalares, juntou-se a pandemia Covid. O “dique”, já sob
uma enorme tensão, rebentou pelo elo mais fraco: o setor hospitalar. O superior interesse da
saúde pública exigiu um maior envolvimento dos setores privado e social no tratamento de
doentes Covid e não Covid.

(ver artigo na íntegra em anexo)

terça-feira, 01 dezembro 2020 18:20 Publicado em Outra informação

A covid-19 no final de novembro: por RA

Há dias prometi que iria acompanhar a evolução do número de óbitos/milhão em vários países para ver quando começavam a baixar. Asneira! O somatório de óbitos, ainda que proporcional à dimensão populacional, não pode baixar! Desculpem. O interesse do gráfico é, isso sim, comparar a inclinação das subidas e os números atuais. Hoje está assim:

Ou seja, neste grupo, só a Alemanha tem proporcionalmente menos óbitos do que Portugal mas somos o país que está a subir mais depressa. Nota: a Suécia não tem dados atualizados nos últimos 3 dias.

Se olharmos só para os três países que crescem mais rápido e virmos a evolução dos seus casos ativos (n.º de positivos depois de subtraídos os óbitos e os recuperados), durante este mês de novembro, temos esta curva:

Ou seja, Portugal fica no meio e parece ter estabilizado a subida de casos ativos.

Contudo, a nossa soma mensal de óbitos nunca foi tão alta:

Neste mês de novembro tivemos uma média diária de 66,6 óbitos,

sendo que essa média, semana a semana, pareça ter parado de subir:

Já o número de novos casos, nas 3 maiores regiões, começou a decair nas duas últimas semanas:

Esta diminuição em termos absolutos não é tão nítida em termos de taxa de incidência cumulativa a 14 dias.

Comparem-se as taxas por região nos dias 7 e 13:

com as de hoje – 30 de novembro

A taxa de incidência nacional está hoje, pelas minhas contas, em 703,1 novos casos positivos por cada 100 mil habitantes nos últimos 14 dias. Taxa que tem evoluido assim:

Para terminar este reporte, saliente-se que o número da casos ativos no Mundo deu o maior salto desde o início da pandemia:

                                             ******

Tão cedo não nos veremos livres da covid-19. Cuidemo-nos!

                                             ******

A feitura destes gráficos baseia-se em dados da DGS, da Worldometers e da Portada.

A sua utilização e divulgação pelos destinatários é livre.

Ao contrário do que aconteceu em março em que foi publicado o Despacho n.º 3300/2020 de 15/03 que estabeleceu uma restrição temporária do gozo de férias dos profissionais de saúde, tal não aconteceu com a Declaração do presente Estado de Emergência.
Assim, não foi publicado qualquer Despacho a impedir o gozo de férias já agendadas.

(ver o documento na íntegra, em anexo)

quinta-feira, 26 novembro 2020 15:02 Publicado em Informação sindical

Despacho 11739/2020 - sobre a Tolerância de Ponto

Determina que a aplicação da tolerância de ponto concedida pelo Governo, para os
dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2020, não pode comprometer a resposta à
prestação de cuidados e assistência no âmbito da COVID-19, bem como a relativa a
situações agudas e/ou urgentes e emergentes ou a prestação de cuidados que exijam
continuidade e, ainda, a atividade assistencial já programada. (ver doc. em anexo)

O SMN, confrontado com o pedido de esclarecimento dos médicos seus associados sobre a tolerância de ponto dos dias 30 de novembro e 7 de dezembro, vem esclarecer o seguinte:

(ver o documento na íntegra em anexo)

Ficámos a saber que os setores privado e social, vão receber por doente Covid um valor que
varia entre os dois mil e quinhentos e os oito mil euros, de acordo com a gravidade da situação
(regime de enfermaria, internamento em unidade de cuidados intensivos e tempo de
permanência neste regime). Dirão alguns, uma pipa de massa! Outros, talvez não seja assim
tanto dado os custos atuais dos atos médicos. Uma coisa parece certa, se foi este o preço
acordado entre o Ministério da Saúde e privados é porque serve a ambas as partes e,
seguramente, não nasceu do nada.
(ver artigo, na íntegra, em anexo)

segunda-feira, 16 novembro 2020 11:01 Publicado em Outra informação

de facto, mas: por RA

Um amigo atento pediu que visse esta outra relação:

Não sei se é significativo mas, de facto, proporcionalmente, há mais homens velhos a morrer do que as mulheres velhas!

segunda-feira, 16 novembro 2020 10:04 Publicado em Outra informação

somos mais mulheres que homens: por RA

Somos mais mulheres que homens (5 435 932 / 4 859 977),

segundo a Pordata (estimativa 2019).

Por isso, é de prever que haja mais casos covid positivos nas mulheres se o vírus for indiferente ao género dos infetados. Na realidade, o predomínio feminino de casos é um pouco superior

(embora nos óbitos a diferença seja ao contrário).

Na distribuição dos portugueses por grupos etários, verificamos que a curva quase gaussiana está desviada para a direita. Por isso se diz que somos uma população envelhecida.

Calculando o número de infetados por dez mil pessoas em cada grupo etário, vemos que a imagem se modifica: a inclinação é agora para a esquerda do gráfico, voltando a subir depois dos 80 anos.

Já quanto aos óbitos por covid, a sua distribuição por idades e género é curiosamente semelhante à da mortalidade geral em 2019. Ou seja, o grupo 80+ tem mais mortes por covid femininas e isso já acontecia antes na mortalidade geral

A covid-19 é, aparentemente, uma doença mais perigosa para os idosos (87,3% dos óbitos por covid têm mais de 70 anos) e há, relativamente, mais pessoas contagiadas nos adultos jovens, sendo que provavelmente são estes que contagiam os idosos.

 

Pesquisar por texto

« Setembro 2022 »
Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
      1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30    
 
 
 

EU privacy directive